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MINHA AMIGA (por onde anda, amiga)

Minha amiga:
(por onde andas, amiga)

Eu hoje senti saudades,
Então comecei a escrever.
Palavras vazias, sem sentido.
Pois, meus pensamentos...
Perderam-se num mundo, mais vazio.
Numa mistura de tristeza e saudades.
Minha imaginação fugiu, nas próprias asas.
Levou de carona, meu sonho minha poesia.
Sem inspiração, sem nada, sem palavras.
Senti a dor de sua ausência, minha amiga!
Para não sofrer mais, fui andar um pouco.
A uma flor do jardim, perguntei por você.
Ela murchou, e nada me respondeu.
Porque, ela também sofria sua ausência.
O Beija-flor beijoqueiro, já não voava mais.
Parado no ar, como se aquelas flores.
Ali, a sua frente não mais existisse.
Triste sentei-me à calçada, para esperar.
Pelos Pardais e Pombos, mas eles não vieram.
Pois sofriam comigo a dor de sua ausência,
Esconderam-se, em um canto qualquer.
Para, que ninguém os vissem, chorar por você!
Eu já não sentia mais dor, ou tristezas.
Apenas sentia, um grande vazio...
Sem amigos, sem poesia, chorei sozinho!
Volnei Rijo Braga
Enviado por Volnei Rijo Braga em 15/11/2005
Código do texto: T71738
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Volnei Rijo Braga
Pelotas - Rio Grande do Sul - Brasil, 69 anos
2314 textos (147462 leituras)
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Volnei Rijo Braga