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(I) 4. ESPERA DOCE QUIMERA.

DE MINHA VARANDA
VARO A NOITE A TUA ESPERA
QUISERA,
NÃO FAZER-SE ETERNA ESTA ESPERA.
MORRE A NOITE
NASCE O DIA
E EU PENSANDO QUE VIRIAS.
LEVANTO-ME E SAIO A RUA
LEVO NO PEITO
UM NÓ BEM FEITO
QUE SÓ SERÁ DESFEITO
COM TUA VOLTA
APÓS O TRABALHO
VOLTO A MINHA CASA
CORRENDO PENSANDO,
SONHANDO SORRINDO
HOJE COM CERTEZA ELA ESTARA VINDO.
ARRAIAL DO CABO 17\10\05.
Valdezz
Enviado por Valdezz em 20/12/2005
Reeditado em 06/01/2011
Código do texto: T88567

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Sobre o autor
Valdezz
Arraial do Cabo - Rio de Janeiro - Brasil, 63 anos
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