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Ainda assim



Quero uma vida que não morra
Um verbo que me socorra
Sento-me então no espelho do lago
E descanso-me dos reflexos sem nexos

A pé chego antes das letras
De sentido sou-me perneta
De salto em salto assalto a defasagem
Dos espaços criados por tua imagem

Ainda agora passei direto
Sem cumprimentar-me
Nem ao menos me vi sentado a me esperar
Esse que de tanto olvidar quimeras
Esquece a si, e a ti...quem dera
leandro Soriano
Enviado por leandro Soriano em 26/12/2005
Código do texto: T90781
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Sobre o autor
leandro Soriano
Santos - São Paulo - Brasil, 59 anos
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leandro Soriano