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A próxima primavera



Fui embora, chegou minha hora,
Não peça pra eu sorrir.
Toda hora é hora e a minha é agora.

Vou para á direção que o vento sopra,
Carregando o que ficou,
Conversas abstratas e sonhos
Não autenticados.

É impossível negar, neste
Percurso houve arranhões, mas
Eles saram com a chagada da primavera,
Brotando as flores embelezando nossas férias.

No esconder da lua, leio versos, misturo
Prosa, e o caminho não volta.

Vejo todos falando, não escuto nada.
Vejo apenas bocas gesticulando e
Imagens remontado o cubismo.

Que fim teve Picasso?
Guernica permanece
Na parece do meu quarto.

Não diga nada não direi também,
Quando tudo acaba não há o que dizer.

A sobrevivência depende de forças raras,
Longe dos livros do Byron, induzindo o
Cérebro ao descanso dos fatos,
Arcando os cacos do investimento desfeito,
Adeus, quem sabe ate a próxima primavera.


Jane.

 
A Saudade não pode ser medida. e nos trata como um oceano. nos faz ir e vim á alameda chamadas Av. da Saudade.



Jane Krist Coffee
Enviado por Jane Krist Coffee em 27/12/2005
Reeditado em 03/12/2010
Código do texto: T90923

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Sobre a autora
Jane Krist Coffee
São Paulo - São Paulo - Brasil
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