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Porfias

Quando te vejo
-meu pequenino amor-
apoiada em meus ombros,
olhos negros, distantes...
-tristes-
aprofundados no nada!
-perdidos até-
previas, eu sei!
Ser arrancada, a vida!
Destes olhinhos.
-a luz-

Agora,
não mais te vejo,
e,nem mais sinto,
teu pequenino coração,
palpitando em teu peito
-cheio de amor-
por mim!
-grande...
 pequenino,
 amor!!!-

Vejo-te,
sim,
distante ...
Nas asas do tempo...
-arfante, penetrante-
Infinito!
Então porfias
a ter-me
junto a ti...!
... asas brancas!
-antes dormentes-
Sob elas,
acomodastes
minh`alma
-cadente-
só!
Porfias!
-lamentos meus-
Ah! ... Dó ... !
-lágrimas mil-
Oh! Dor...!
Pequenino ser,
quero que saibas:
-assim como eu-
que, desta vida,
-infeliz-mente-
você partiu!!!
marinho
Enviado por marinho em 07/01/2006
Código do texto: T95662
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Sobre o autor
marinho
Descalvado - São Paulo - Brasil, 67 anos
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marinho