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Jaz da janela

Eu não sou daqui
Então posso sair
Fazer uma Odisséia
Olhar as praças
E ver histórias tão óbvias.

Caminhar pelas calçadas e sentir-se só
Apreciar as malocas e morrer de fome junto delas
Regar o rio como a chuva o faz
Ver o céu e sentir o pesar e o apesar
Fingir sorrir para se esconder e distrair-se
“Conflitar-se dentro de nós” (como um adolescente)
Atrasar os relógios para sentir-se novo
Fechar-se no arder do coração
Condenar-se à sentenças
Vagar e confessar acreditar no destino
fazer dele um a sina
sonhar em ser, ter, poder, ... para não dizer.
Para entreter-se

Vagar, penar, e esconder-se numa forma drummoniana
Calar-se por calar.

Aqui jaz ...
Cercado por gotas sólidas em ventos sórdidos.
Gustavo Naufal
Enviado por Gustavo Naufal em 25/01/2006
Código do texto: T103476

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Sobre o autor
Gustavo Naufal
Curitiba - Paraná - Brasil, 36 anos
71 textos (2030 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 04/12/16 22:59)
Gustavo Naufal