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Choro


Não sei calar meu pranto,
me espanto com a saudade
que carrego no peito.

Levo a vida em desatino,
meu destino é embaraçado
em coisas que não aceito.

Trago uma indagação constante
e no instante em que a faço
percebo que não tem jeito.

Quando choro porém,
ninguém compreende
que só peço respeito,

Nada Mais


Rio de Janeiro, 25 de novembro de 1987
Mauro Gouvêa
Enviado por Mauro Gouvêa em 13/03/2006
Código do texto: T122592

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Sobre o autor
Mauro Gouvêa
Alfenas - Minas Gerais - Brasil, 51 anos
432 textos (56504 leituras)
3 áudios (837 audições)
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Mauro Gouvêa