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Sozinha no silêncio da madruga choro
A solidão me corroí a alma
Mina minhas forças
Faz com que lágrimas caiam
Em um choro sufocado pela dor
Entre soluços escondidos ás recordações
Os fantasmas dentro de mim emergem
E sem dó nem piedade me martirizam
Me fazendo tremer com o medo da solidão que já habita em mim
Quando isso irá parar?
Quando vou ter paz?
Coisas estranhas me vêem a mente
Um querer fugir
Mas fugir para onde?
Se onde eu for os fantasmas de minha alma irão comigo
Como os exorcizar?
Como os mandar embora ?
Como?
Não grito, não tenho força para gritar
Só me resta ficar aqui em meu limbo
Quieta, encolhida até o desespero passar
E de tão cansada adormecer
E ter a esperança de não mais acordar...

ÐäMå Ðë ÑëG®ö

Apenas uma mulher que já riu, amou, se entregou e chorou.
Escrevo o que sinto, como sinto quando sinto.
Longe, muito longe de ser uma poetisa sou apenas alguém que sente!

***

Beijos.
Dama De Negro
Enviado por Dama De Negro em 11/04/2006
Reeditado em 12/04/2006
Código do texto: T137359

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Sobre a autora
Dama De Negro
São Paulo - São Paulo - Brasil
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Dama De Negro