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Desanimo

Um ser sozinho e pensante ,isoladOmelancolico,
acordava chorandotodos os dias,
sempre com oseu orgulho ferido.
Sozinho e abandonado na plenitude azul
Pensante que erra e chora ,mas também martiriza .
Um " ser ou nao ser"  pensante que chora ,
ora , e espera a ultima chance
Com uma voz tremula na noite silenciadora e quente.
Talvez o maior ou menor tormento esteja quando você;
Fica e nunca sabe que um dia será...

Alguém a  espera de  dia que nunca vem,
 apenas o caos é sentido,
E  o  pesadelo tortura a minha dor.
Mas  vejo você sozinha a cada segundo ,minuto e horas ;
A cada momento infinito....leve-me ate  o infinito...

A cada pavor , a cada desespero ,a cada aguilhoada da loucura,
Descobri : A morte me persegue !
Como uma inimiga inflexível e cruel ,
A morte me persegue...
E não vejo outra saída
A não ser me entregar a essa dor;
Miserável ,permanente e meta humana,
Pura e imaculada dor,
Dor insuportável de ser , do ser e do querer...
Não posso mais encontrar a luz,
Tudo apagou,
E só vejo você,
Tão pequeno e sozinho como eu ,
É  a você que dedico toda a minha vida.
É a você que dedico toda a minha morte ,
Somos um rebanho de condenados ao abate ,
Para satisfazer OS GUSANOS.


POETA JOSE MARIO DANTAS
Enviado por POETA JOSE MARIO DANTAS em 05/05/2006
Reeditado em 26/12/2010
Código do texto: T150840
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
POETA JOSE MARIO DANTAS
Caicó - Rio Grande do Norte - Brasil, 42 anos
121 textos (4662 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 07/12/16 20:35)
POETA JOSE MARIO DANTAS