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O vinho do solitário

À pouco raios cortavam os céus
e iluminavam minhas
lágrimas no espelho,
agora há no ar um cheiro
de terra molhada,
e uma brisa fria...

Agora, em muitos quartos,
muitos casais se aquecem
e se beijam apaixonados,
enquanto eu aqui, estou
agarrado à uma garrafa de vinho,
inventando amigos, mulheres e histórias
que jamais existirão, infelizmente...
Poeta Devaneador
Enviado por Poeta Devaneador em 07/05/2006
Código do texto: T151659

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Sobre o autor
Poeta Devaneador
Rondonópolis - Mato Grosso - Brasil, 29 anos
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1 e-livros (99 leituras)
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