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MORTE DE UMA ÁRVORE

Maldita máquina que me derrubaste,
Partindo meus braços sem piedade,
Arrancaste meu tronco e assim ficaste
Com teu orgulho de tanta maldade.

Que bonita eu aqui estava
Ao longo dos anos, aqui morei,
Dava sombra a quem passava
E tantos pássaros eu abriguei.

Já nem parece a mesma rua
Morrer assim! Nunca imaginei,
Sem mim agora, parece nua
Esta rua que sempre alegrei.


Maria Custódia Pereira
12-05-2005
Biazocas
Enviado por Biazocas em 17/06/2006
Reeditado em 25/01/2012
Código do texto: T177561
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Sobre a autora
Biazocas
Portugal, 65 anos
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Biazocas