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MORTE DE POETA


Hoje morreu um homem comum,
Vi sua alma subir aos céus.

Quem sabe não era um poeta?
Dizem que as almas dos poetas alastram-se
pelo mundo afora iluminando os anjos celestiais.
Hoje morreu mais um ...

Quem me dera conhecer seus caprichos,
ou espiar a pureza dos seus escritos?

Morreu o poeta
sem alarde e sem discurso!

Sinto sua alma tímida
embalando sonhos no passeio da tarde,
escrevendo versos na eternidade,
sussurrando sílabas de amor
aos enamorados que caminham
pelas ruas da cidade.
Seja lá para onde tenha ido
levou consigo
segredos jamais revelados.
Suas “obras completas”
e o último poema inacabado,
esconderam-se no silêncio da morte,
envoltos num velho manto dourado.

Sua alma será amada eternamente.
O azul celeste
reflete... poderoso... absoluto...
Lugar exato onde nasceu seu mais belo verso.

Nosso coração está de luto!

Wildon lopes
25/06/2006



WILDON LOPES
Enviado por WILDON LOPES em 25/06/2006
Código do texto: T182237
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
WILDON LOPES
São Paulo - São Paulo - Brasil, 57 anos
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