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OLHAR AZUL / PARA MIRAR EL AZUL = TÂNIA AILENE

OLHAR AZUL!
TÂNIA AILENE


Saudade onde andas?

Beleza do querer, querendo.

Saio em vazios, falando sem razão.

Hoje apesar de todos os pesares tento me erguer.

Brilhante de disparates, mascarado, domador.

Amor de morte, ateio fogo,

Fez me dobrar com esperança.

A força que tenho hoje,

é em pensar que lembro, com tanta saudade,

coisas que nos fizeram tremer.

Será que um dia vai ouvir, pensar,

entender gestos, que ficaram no ar.

Uma luz diz:

A boca que fala é a que cala,

sedução, frenesi, escolhida com esplendor.

Um olhar de pérolas azuis,

Sinto traduzir sentimentos de gostar,

respeito a pedidos.

Como seria a terra vista pelo seu vocabulário,

Satisfeito por conversas interrompidas.

Parece exato gostar do seu azul,

aperto mãos, peito, tranco vida, sentimentos.

Satisfaço outros,

invadida, roubada, mutilada, revoltada pela dor.

Hoje se pudesse, tu terias a rosa mais linda.

A paz que no abandono

Te roubei e fui roubada...

¡PARA MIRAR EL AZUL!

TÂNIA AILENE

Nostalgia dónde usted caminata?
Belleza del cariño, deseo.
Me voy en emptinesses, discurso sin razón.
Hoy aunque todos los pesares que intento levantarme sí mismo.
Brillante de nonsenses, enmascarado, más doméstico.
Amor de la muerte, Fijé el fuego del fuego,
Hizo para doblarme con esperanza.
La fuerza que tengo hoy,
consiste en el pensamiento de que recuerdo, con tanta nostalgia,
cosas que en tenido hecho les a temblar.
Será que un día va a oír, para pensar,
para entender gestos, que habían estado en aire.
Un ligero dice:
La boca que habla es la que es silencioso,
seduction, frenesi, elegido con esplendor.
Uno para mirar de las perlas azules,
Me siento para traducir sensaciones a como,
respecto a petición.
Pues sería la tierra vista para su vocabulario,
Satisfecho para los colloquies interrumpidos.
El azul uno se parece exacto como a él su,
manos del apretón, pecho, Trabo vida, sensaciones.
Satisfago otros,
invadido, robado, mutilado, rebelado para el dolor.
Hoy si podría, usted tendría la rosa más bonita.
La paz que en la estola
 del abandono I le y me robaron…



18/09/2005
Tânia Ailene Nua Poesia
Enviado por Tânia Ailene Nua Poesia em 28/06/2006
Código do texto: T183566
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Sobre a autora
Tânia Ailene Nua Poesia
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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Tânia Ailene Nua Poesia