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O LADO NEGRO DA FORÇA

A ti, a mais sublime entre as sublimes
O LADO NEGRO DA FORÇA

Antes de te conhecer eram as trevas
Depois veio a luz
As trevas voltaram
Sei que a claridade existe
Mas nada agora para ela me conduz
Sejam bem vindos a

O lado negro da força

Super Novas rebentam em mim
Nunca pararam de rebentar
Chegas-te a parar essa força
Mas ela agora está outra vez livre
E eu não sei
Onde paro ou vou parar

O abismo sempre foi a fronteira
Sempre foi o meu único lar
Especialmente quando amo
E sobretudo quando não posso ser amado
E esse lado começa novamente a brilhar

O lado negro da força

Tudo quanto crio
Tudo quanto idealizo
Se volta contra mim
E eu perco
Definitivamente o juízo

Sou um semeador
Que planta
O amor
Sou um campo estéril
Onde este não brota
Onde só se colhe a dor

E por isso vivo e sinto
Futuros
Que nunca hei-de ver
Mas pelo menos lá
Sinto que não estou
Como na actualidade
A sofrer
Por isso quem me tira esses futuros
Tira-me
Tudo
Tira-me a esperança
Que os dias poderão ser diferentes
Tira-me a única luz
Que tenho presente
E agora
Para mim o futuro morreu
Sacrificado no altar
De uma linda e inesquecível moça
Voltaram os dias obscuros
A minha realidade eterna:

O lado negro da força
Miguel Patrício Gomes
Enviado por Miguel Patrício Gomes em 07/07/2006
Código do texto: T189147

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Sobre o autor
Miguel Patrício Gomes
Portugal
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Miguel Patrício Gomes