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Cala-me

Pobre criatividade de criança!
Um beijo, uma vida!
Sinto, agora sentir, nem restos daquela esperança.
Sai de lado, tapando a ferida
E o alento breve, pausadamente breve se anuncia.
Sei que os loucos momentos, sussurros, lamentos,
Questionadores de tanta carícia,
De fortes torpedos, de guerra e sofrimentos.
Passaram! Passaram como quem foge da polícia.
Estou! Digo sincero e com amargura: ESTOU aqui.
Longe talvez da doce fragilidade que em tempos reinou.
Estou sim! Estou aqui!
Sincero e claro que tudo acabou.
Quanta vida quanta tristeza, austera e rude, afronta-me
Quantos lampejos, quantos clarões se fizeram presentes
Alguém, eu imploro: CALA-ME!
Cala-me mesmo! Alguém! Porque sei dos Novos horizontes
E a poesia que aniquila, bajula e refaz
Pede calma, pede um pouco a mais de calma
Porque o que o futuro, eu sei que traz,
Minha paz, o conforto n'alma!
Peço, Peço! CALA-ME PELO AMOR DE DEUS!
Lipevasques
Enviado por Lipevasques em 19/07/2006
Código do texto: T197604
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Lipevasques
Blumenau - Santa Catarina - Brasil, 30 anos
30 textos (887 leituras)
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