Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

ADEUS AO VENTO.../ADIÓS AL VIENTO… =TÂNIA AILENE

ADEUS AO VENTO...

TÂNIA AILENE

 

Na troca de estrada, peguei o atalho.

Esse gosto amargo que de

tanto féu me fez réu.

Sinto a culpa da falta de coragem,

na resignação em ser passiva

diante das escolhas.

Tudo escuto, nada respondo,

à perguntar porque?

Veneno que tomo,

ao sufocar minha vida,

sonhos que com olhos

de mar vejo passar.

Suaves momentos que impregnam

minhas noites num consolar de emoções.

Lancei um adeus ao vento, me despedi do sol, dei um até logo às estrelas,

só não me despeço da chuva que

ainda teimam a minha face banhar.

Onde eu esteja, as lembranças

dos sonhos insitem a voltar.

Quimeras, castelos, contos de fada,

jamais voltaram.

O riso franco não existirá.

Só a espera da partida

para o chamado plano celeste.

Se ele existir um dia o azul se fará luz,

no alvorecer do tempo almejado,

do grito parado com pegadas

na areia da imensidão.

Apaixonada fui pela vida,

hoje conto passagem

na roda sem esperança...

 

*****

ADIÓS AL VIENTO…
TÂNIA AILENE

 En el intercambio del camino, Cogí el atajo.
Este gusto amargo del gusto que
 en de tal féu de la manera me hizo el demandado masculino.
Siento la culpabilidad de la carencia del valor,
en la dimisión en ser pasivo
 delante de las opciones.
Todo escucho, me nada contesta,
¿a pedir porque?
Envenene ese volumen,
al sofocar mi vida,
sueños que con los ojos
 del mar veo para pasar.
Momentos suaves que impregnan
 mis noches en una a la consola de emociones.
Lancé adiós al viento, Me encendí al sol, Di uno hasta pronto a las estrellas,
No sólo digo adiós mismo para llover ese
 teimam inmóvil mi cara para bañarse.
Donde estoy, los recuerdos
 del insitem de los sueños a volverse.
Quimeras, castillos, historias de hadas,
nunca se habían vuelto.
La risa franca no existirá.
Solamente la espera de la salida
 para la llamada llana celestial.
Si para existir un día de el azul se convierte en luz,
en el amanecer del deseado por tiempo,
del grito paró con huellas
 en la arena del imensidão.
Conseguido apasionado estaba para la vida,
hoy boleto de la historia
en la rueda sin esperanza…

Tânia Ailene Nua Poesia
Enviado por Tânia Ailene Nua Poesia em 30/08/2006
Código do texto: T229166
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre a autora
Tânia Ailene Nua Poesia
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
886 textos (30278 leituras)
28 áudios (1362 audições)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 07/12/16 12:28)
Tânia Ailene Nua Poesia