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UM POETA SOLITÁRIO

Esses tormentos que me destrói,
Está me deixando com grande revolta.
Dos seres que o coração não dói,
Querem somente aparecer na derrota.

Porque são tão cruéis!...
Estes adeptos da depravação.
Só tem idéias hostis,
Nenhum amor no coração.

Irão todos morrer em miséria,
No amor ou na desgraça.
Sentirão o peso na memória,
Por terem definido raça.

Me olhem na solidão,
Por que choro por dentro.
Quando os vejo na podridão,
De seus imundos pensamentos.

Não deve confiar sequer,
Um quinhão de dor aflito.
Quando os pensamentos pode reter,
As mulheres de íntimo maldito.

Elas não sentem o mínimo amor,
Nem tem uma bela alma sensata.
A todas me dirijo com temor,
Principalmente as mais ingratas;
Marolla
Enviado por Marolla em 15/09/2006
Reeditado em 10/10/2016
Código do texto: T240824
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Marolla
Araçatuba - São Paulo - Brasil, 8 anos
41 textos (1873 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 04/12/16 06:09)
Marolla