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Frágil

Como uma bolha ao vento
Que se desfaz num momento
Seus cabelos tocavam minha face
Queria que essa lembrança nunca acabasse...
Ela era uma criatura tão frágil
Sei que viver não é tão fácil
Mas por que então me deixara só?
Caído, retornando ao pó...

Ela era tão frágil, meu Deus!
Tomando-me com dedos seus
Seu amor com palavras não traduz
E seu beijo não mais em mim reluz
Sozinho... morto... esquecido...
E como ela era(já sabe) tão frágil
E como diria a mim o velho sábio:
— Melhor amar uma vez que ter morrido!
Fabio Melo
Enviado por Fabio Melo em 30/09/2006
Código do texto: T253429

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Sobre o autor
Fabio Melo
Santo André - São Paulo - Brasil, 32 anos
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6 áudios (1607 audições)
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Fabio Melo