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CORPO INERTE / El CUERPO INERTE= TÂNIA AILENE

CORPO INERTE

TÂNIA AILENE

 

Cala a fonte da vida

Voz escondida, no surto que irradia

Perspectiva do nada

Que se anuncia...

 

Chora a face marcada

Pegada no solo fincada

Dança valsa aflita

Sem fome, avilta...

 

Corpo inerte sem coragem

Julgamento feito imagem

Suposições caladas invadem

Pedras rolam, sonhos invadem...

 

Cala

Chora

Corpo

Morto...

 

 

El CUERPO INERTE

TÂNIA AILENE

 

 Silencia la fuente de la voz ocultada vida,

 en la ocasión de I él que irradia

 la perspectiva nada

 que si anuncia…

 

Huella en los gritos

 de tierra de Dança del fincada el vals

 marcado del aflita de la cara

 sin hambre, baja…

 

El cuerpo inerte sin asunciones

 silenciadas imagen hechas

 valor del juicio invade

 los rodillos de las rocas,

 los sueños invaden…

 

Es cuerpo

 silencioso

 de los gritos

 muerto…

 

25/06/2006

TÂNIA AILENE

RIO DE JANEIRO

 

Tânia Ailene Nua Poesia
Enviado por Tânia Ailene Nua Poesia em 02/10/2006
Código do texto: T254630
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Sobre a autora
Tânia Ailene Nua Poesia
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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Tânia Ailene Nua Poesia