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"Amarga"

É chegada a hora eu bem sei
Todas as roupas eu queimarei
Nenhuma bôrra de sangue ou fel
Apenas morte espreitando atroz

Aguardo o exato momento sereno
Arrebatada serei no meu veneno
Sobrarão as lembranças cortadas
Símbolos doloridos tão voláteis

O coração rachado embala na vêia
A bôca suspira permeando a morte
No peito a ferida do aberto corte
Escancarado gangrena deserto e crú

Teias e aranhas e presságio final
Nem lembro mais do que soou viril
Pois tudo que sonhara agora é vil.
Debora F
Enviado por Debora F em 04/10/2006
Código do texto: T255992

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Sobre a autora
Debora F
Arco-Íris - São Paulo - Brasil
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Debora F