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Estância de Morte-Amor

Quando, usando camisa-de-força inflamada,
urrando sangue chorei o seu nome;

Quando, olhar semeado de embebibo espanto,
encadeando feridas cantei o seu nome;

Quando, usando um laço de rapto-encanto,
camisa-de-força forçada,
cantando choros jorrei o seu nome;

Foi quando,
nos envoltórios dos silêncios rompidos,
morrendo de prantos em ardores imprimidos,
sepultando o teu corpo cremei em vida o seu nome...
ErlKoenigKunstler
Enviado por ErlKoenigKunstler em 12/10/2006
Reeditado em 25/10/2006
Código do texto: T262381

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Sobre o autor
ErlKoenigKunstler
Santo André - São Paulo - Brasil
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