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Uma ofensa é uma força.

 O poeta lembra,
 Se recorda em seus ouvidores,
 E se calou, no presente,
 De seus instrutores,
 Ele já foi nomeado incapaz;
 Como os não merecedores,
 Criticado da pouca beleza,
 E movido pela sua incerteza.

 Ja lhe falaram que as suas conquistas,
 Foram apenas promessas,
 Ventura, acaso, desgraça,
 Pura controvérsia
 Ja lhe confundiram com inferno,
 Ou ação da Inércia,
 Pobre de qualidades,
 Injusta equidade.

 Desprezaram a sua formosura,
 Mesmo que rara, imprópria,
 Atiraram o sabor da inveja,
 Comentarios das trevas, devora,
 Pessoas nao aprendem que as aparencias enganam,
 Nao passa de disfarce, ilusão e forma,
 Que os outros agregam a si como flecha,
 E atinge o peito, que ao ser revela.

 Como conclusão deste escrito,
 Peço que não escutem o condado,
 Justo que apenas enxerguem, nao a feiura,
 Que jamais podera ser comparado,
 Com casais que nao tem concordancia externa,
 Mas lembre-se que há um ditado:
 Aquele que com ferro fere o norte,
 Vejais vos, terao tais a mesma sorte.
Poet
Enviado por Poet em 23/10/2006
Código do texto: T271283
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Poet
Campinas - São Paulo - Brasil
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