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A esperança de outrora

Quem vive da saudade não tem esperança
Um dia choraremos nos pés da natureza
Pedindo clemência para a volta da pureza
Antes que o mundo se vista de tristeza

A amplitude da minha maré de versos é definida
Até o deserto do mar que nunca será morto
Levarei comigo todo sonho azul da minha vida
E junto com minha esperança aportarei naquele porto
Zedio Alvarez
Enviado por Zedio Alvarez em 18/11/2006
Reeditado em 03/11/2008
Código do texto: T294673
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Zedio Alvarez
Petrolina - Pernambuco - Brasil, 59 anos
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Zedio Alvarez