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Viver só para poesia.




Passa a confessar
Para ouvir a liberdade
O sonho agredido
Quando pela avenida
Os passos inteiros
Partiam em horizonte.

O fiel prazer
Nunca tinha sido contrariado
As buscas, muitas vezes infernais
Eram realmente vencidas.

Não chega a ser uma guerra
Mas, o simples fato
De que a simplicidade e a dificuldade
Caminham juntas,
Faz do parecer real
Sonho inatingível
A posse do humilde
Contador de histórias.

Sem precedente no ar
Fala aos quatro cantos,
Um poeta é livre no mar
As suas palavras, emoções
E ainda assim
O mundo perde a visão.

O que resta ao poeta e a poesia
É a alma cheia de amor
Que nem sempre
Muitos não lhes dão
Valor.
Condor Azul
Enviado por Condor Azul em 20/11/2006
Código do texto: T296795
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Sobre o autor
Condor Azul
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 54 anos
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Condor Azul