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Estrelas e Violinos Plantados Sem Fé



Vítimas de um sofrimento surreal
Não sabeis o que passa em minha cabeça
Sonhei com meu amado funeral
Pedi à morte para que meu destino teça

Estrelas fúteis não brilham no anonimato
Estou acorrentado aos abundantes pecados
Janela da alma fechada ao atordoamento do fato
De ser sereno onde o ódio deixou seus recados

Um violino sem corda a alegria segue
Arremesse-me para o longe
Onde outro sonho não me renegue
O silêncio não é a casa de um monge

É possível continuar sem fé
Centenas de grãos nascem incolores
Onde é difícil nascer um pé
É possível esconder as dores
Tiago Quingosta
Enviado por Tiago Quingosta em 22/11/2006
Código do texto: T298407
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Sobre o autor
Tiago Quingosta
Macapá - Amapá - Brasil, 29 anos
56 textos (1405 leituras)
2 e-livros (32 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 04/12/16 14:21)
Tiago Quingosta