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Esperança

Quantas vezes, achei que o amor batia a porta
Ingênua ia lá e abria. Tudo mentira! eu sabia...
Mas a dor era tanta que não importava, eu ia lá e abria.
Uma, Duas, Três e muito mais
Eu não queria muito
Só uma vez podia ser verdade
Eu iria amar e se amada
Viveria aquele tão sonhado codntos de fadas
Quantas vezes mais coração inesperiente aprenderá que contos de fadas não existem?
Ou será que um dia terei a prova cabal de que se pode ser feliz?
Tantas dúvidas... e quanto sofrer ainda espera esse coração que só espera amar?
Não sei, realmente não consigo responder ou imaginar
Certeza só resta a de que desistir não posso
Ainda a tanto para tentar antes de criar armadura
A vida só está começando como o amanhecer insistente
as estações só estão se preparando paradar o ar de sua graça
E a esperança nunca morerá para quem almeja amar.
RENATA NEVES
Enviado por RENATA NEVES em 02/07/2005
Reeditado em 05/11/2008
Código do texto: T30388

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Sobre a autora
RENATA NEVES
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 31 anos
46 textos (13077 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 05/12/16 00:43)
RENATA NEVES