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Ao Guerreiro Plutar (pt.I)

Bazofiar-se-à, pobre guerreiro,
mas erroneamente! Há de saber!
Dos confrontos, eis apenas o primeiro
Dos que irão, ainda, nos entreter
E o sangue, tão vinho quanto o vermelho
Hão de em nossas faces, escorrer.

Não se gabe pela batalha
Pois vingativo que sou - e tu sabes bem -
Há de saber que vosso fogo de palha
apago, mesmo com meu sangue, e a ti, amém!
Teus capangas, minha navalha,
são inimigos também!

Enfiar-te-ei por entre o peito
Como sempre, sem qualquer piedade
E morrerás ainda como leito
Em batalhas pela veracidade.
Tivera atitudes das quais não aceito:
Perante a vida, foste um covarde!

Por quanto titã que sabes que sou
Por minha maldição, que sabes: é muita, sim!
Ou tu me surpreendes e pro Inferno logo vou
Ou pro Inferno tu vais por mim.
Ou do Inferno choro por ver que contigo Ela ficou
Ou do Inferno verás quão feliz nosso fim.
Júnior Leal
Enviado por Júnior Leal em 12/07/2005
Código do texto: T33579

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Sobre o autor
Júnior Leal
Lagoa Santa - Minas Gerais - Brasil, 31 anos
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Júnior Leal