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Aquele Soneto Impensável de Amor

Poderia até ser que desse certo
Escreveríamos um história de felicidade
Mas como sempre tendo à crueldade
Nós dois não passamos nem perto.

Daqueles que terminam sem ao menos começar
Que sangra n'alma e corta o peito
Mas comigo é essa maldição, e não tem jeito
Hei de sempre nas trevas terminar.

Já não sei quem tem culpa - se é que alguém a tem -
Brincadeira das antigas que há muito eu não brincava
E já deverias saber que não sei mesmo brincar.

Sei que em mim se confumdem as cicatrizes agora
Em meu coração que eu sei, já que outrora
Como sempre cicatriza mas continua a sangrar.
Júnior Leal
Enviado por Júnior Leal em 29/07/2005
Código do texto: T38577

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Sobre o autor
Júnior Leal
Lagoa Santa - Minas Gerais - Brasil, 31 anos
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Júnior Leal