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Pura verdade.


Não que eu teça elogios a postura,
Mas o caminho da carne opulenta
Me coroe de desejos famintos.
Sobre as curvas que deitam meus olhos,
O peito colore uma forte truculência de amor.

Pobre desejo insano,
Mesmo sabendo que nunca será saciado,
Contorce em movimentos fugazes.

Serene alma ,
Descanse.
Não cabe a um ser
Despido de dignidade,
A proeza de um contato puro.

Siga corpo afável,
para que meus olhos descanse
nessa alma cansada de sonhar.

Forte és tu raio de sol,
que atravessa por essa janela embaçada.
Cobalto
Enviado por Cobalto em 30/08/2005
Código do texto: T46216
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Sobre o autor
Cobalto
Ouro Preto - Minas Gerais - Brasil, 36 anos
39 textos (1943 leituras)
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