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A criatura

Num albor triste o dia se vai
no campo se ouve o mais estranho dos ais,
é uma criatura que geme e se esvai
lamentando a hora dos domínios infernais.

Venha ferrenha noite
hálito de destemida destreza
venha indefinida e sombria
esparramar-se com seu manto de tristeza...

Estrelas fugidias iluminam o Vácuo
sozinhas e perdidas no escuro
são como brasas de um fogo fátuo,
línguas feroses que se apagam com um sussuro.

E no ventre da mata,ainda consternada
a criatura ainda suspira lágrimas da alma arrebatadas,
e a noite,Vida apagada,
suspira ainda tristezas,mágoas caladas.
ralv
Enviado por ralv em 11/09/2005
Código do texto: T49574
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Sobre o autor
ralv
Patos de Minas - Minas Gerais - Brasil, 28 anos
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ralv