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A Sede de Sangue

Chacinas. Oficinas da desgraça
Máquinas a beber nossa saliva,
Nosso sangue coagula morto, cliva
O sentido imortal da humana raça!

Acendo o eterno fósforo. Reflito.
Sob o chão sujos vermes delirantes
Comendo da morfina carnes que antes
Eram fracas quimeras do teu mito.

E tenho em mim a sede de vampiro
Sorvendo da miséria e do luto
O alimento, fracasso em que me junto,
Assim que terminar o meu suspiro!
Fabio Melo
Enviado por Fabio Melo em 09/09/2007
Código do texto: T645722

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Sobre o autor
Fabio Melo
Santo André - São Paulo - Brasil, 33 anos
799 textos (270515 leituras)
6 áudios (1651 audições)
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Fabio Melo