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Metano a vapor

Eu cansei do vapor das maquinas
como suor facil dos ombros,
do cheiro a velho das paginas,
do peso das cobertas como escombros.

Cansei do escuro nas noites frias,
do zumbido dos risos afora.
Das taças de cristal vazias ...
Dos ponteiros marcando a hora.

Ora, exatidao é como um vazio
que a certeza insisti em prencher.
E as mentiras ao transbordarem o rio,
mais mentiras voltam a ser.

Pois  se cansaram do metano
correndo sem limites em suas veias,
roçando sempre mais o compasso do profano ...
É o cansaço de andar em terras alheias.

Luiz
luiz gomez
Enviado por luiz gomez em 10/09/2007
Código do texto: T646481

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Sobre o autor
luiz gomez
Chile, 28 anos
46 textos (1165 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 20/08/17 01:54)