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Ciúme


Se as ofensas que tu disseste a mim rebatessem na
Couraça do meu peito tu não estaria viva
Suporto calado o que me atiras
A culpa minha não é nada comparado
Com a ira que tem de mim
Se há perdão, peço agora ou morrerei de remorso
Por ter te amado
Meus dias não se acabam, noites eternas
Sei que primavera não virá jamais,
Somente a tempestade se fará presente
Na nossa vida procurarei o brilho do sol em outro tempo
Em outro lugar...
Carlos Antonio
Enviado por Carlos Antonio em 04/10/2007
Reeditado em 04/10/2007
Código do texto: T679932

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Sobre o autor
Carlos Antonio
Brasília - Distrito Federal - Brasil
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Carlos Antonio