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Pai

Às vezes a Saudade aperta.
Procuro forças onde nem existe.
Às vezes me pego a chorar, Muitas a me lamentar.
Tenho que confessar que a ficha nem caiu ainda...
Acredito que nunca vá cair,
Não vou mentir que estou triste....
Prefiro fechar os olhos sem acreditar que isso tudo um dia vá mudar...
Às vezes acho que melhor seria nem acordar mais...
Queria ter uma maquina de voltar no tempo só pra poder voltar no passado e aproveitar cada momento perdido.
Mas... Faltam forças pra poder viver, pra tocar pra frente... Mas... Pra frente onde?
Sem rumo, Sem direção, Sem graça na vida, de fato isso tudo ta virando cada vez mais  patético...
Tento rir de tudo isso que me sufoca, com medo do monstro que à dentro de mim, vou me escondendo cada vez mais em minha própria consciência.
Tenho medo de minhas atitudes, de alimentar mais é mais esse monstro que eu  desconheço o poder de sua ira... Tenho que confessar que nem o álcol faz mais efeito.
É a solidão começa a fazer parte da minha nova vida, onde o dia vira noite, o sorriso verdadeiro vira um modo de força inexistente.
Talvez um dia... Eu veja...

Pra falar a verdade
Nem sei mais se eu acredito nesse ser chamado felicidade

Às vezes prefiro a morte.
Acreditando que essa seria a cura para toda essa minha dor.
Alpinista
Enviado por Alpinista em 10/10/2007
Reeditado em 10/10/2007
Código do texto: T688315

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Sobre o autor
Alpinista
Maceió - Alagoas - Brasil, 28 anos
31 textos (4216 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 22/10/17 22:58)
Alpinista