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Hoje

Esta ambiguidade tortura-me as veias
Fecha-as em ciclos indefinidos
Obstruindo sangue que se fundia com o teu.
Hoje, falta-me o ar,
Dói-me respirar,
Amar-te ainda
Abrindo feridas que não cicatrizam nunca.
Aqui, não há espelhos…
Há um vazio profundo que me afoga a alma
Tortura as emoções e me perde neste labirinto
Me deixa a sós com esta angústia interminável
De estar na profunda ignorância das tuas emoções.
Nesse abismo com o teu nome.
És o animal frio que me sufoca e rouba o ar!
Hoje dói-me respirar,
Dói-me o lado esquerdo do peito
E as feridas abriram,
Não cicatrizam estas
Porque ainda te amo
Apesar de não saber nada além do teu nome.
Joana Sousa Freitas
Enviado por Joana Sousa Freitas em 12/11/2005
Código do texto: T70547
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Sobre a autora
Joana Sousa Freitas
Portugal, 40 anos
118 textos (7239 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 08/12/16 00:13)
Joana Sousa Freitas