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RUPTURA


Ando desmerecendo a razão,
Intrigado com o mundo;
Evitando minha própria sombra.

Inquieta com o inerte convívio,
Minha aura chora em silêncio,
Enegrecendo a formosa brancura.

Meu murcho olhar, empalideceu,
Não mais é um captador de imagens:
Apenas um mero tateador de inquietações.

Essa fadiga intermitente,
Que poda e anula meu viver,
Mas que sempre me direciona pra você.

Tentei engabelar a tristeza,
Simulando um até nunca mais.
Agora sinto a falta que você me faz.



********RESPEITE OS DIREITOS AUTORAIS************
"Escrevo o que sinto, mas não vivo o que escrevo"





Paulo Izael
Enviado por Paulo Izael em 13/11/2005
Código do texto: T70962
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Sobre o autor
Paulo Izael
São Paulo - São Paulo - Brasil
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Paulo Izael

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