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PUNHAL NO PEITO


Meu peito foi apunhalado
Por palavras de incertezas
Ele ficou tão magoado
Chorou muito de tristeza.

Não pude controlar
As lagrimas que caiam
Pela minha face a rolar
Quando ouvia o que lhe diziam.

Palavras que machucaram
Esta sensível alma
Que dos teus lábios brotaram
Fazendo-me perder a calma.

As palavras sempre ferem
Mesmo quando não pensadas
Ditas então se diferem
Das que ficaram guardadas.

A alma é muito sensível
Temos que ter cuidado
Feri-la é bem possível
Com palavras descuidadas.

Continuo tristonha
Sem saber o que fazer
Talvez nestes versos componha
O que sinto pra me fazer entender.

ANGELICA ARANTES
Enviado por ANGELICA ARANTES em 02/11/2007
Código do texto: T720468
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Sobre a autora
ANGELICA ARANTES
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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ANGELICA ARANTES