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SABIÁ:


 Sabiá:

O canto, triste do sabiá.
Preso aquela gaiola.
Para alegria, do caçador.
Que fez dele, seu prisioneiro.
Prisioneiro de seu egoísmo.
Por pensar, que aquele sabiá.
Cantava feliz naquela prisão.
Seu egoísmo não deixava ver.
Naquele canto, a tristeza e a dor.
Por ter perdido, a sua liberdade.
Sua família, seus companheiros.
Hoje era apenas, mais um troféu.
Sendo exibido naquele poleiro.
Para, que seu dono se sentisse feliz.
Ao ouvir seu canto, mesmo que triste.
Uma noite ouvi, um canto diferente.
Como se este fosse, seu ultimo canto.
Ali naquela prisão, não voltaria a cantar.
Não sei porque, tive um pressentimento.
Que aquela era, sua ultima canção.
Naquela gaiola foi, alguém compadecido.
Deu-lhe a liberdade que ele pedia.
Na alvorecer ouvi, o seu ultimo canto.
No alto de um edifício, ele se despedia.
Num voou feliz, voltava para casa!

Volnei Rijo Braga
Enviado por Volnei Rijo Braga em 19/11/2005
Código do texto: T73518
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Volnei Rijo Braga
Pelotas - Rio Grande do Sul - Brasil, 69 anos
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Volnei Rijo Braga