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Estrelas



As estrelas, olhos luminosos no infinito,
Estão tristes quase sem brilho, fugindo.
De tudo que lá do alto assistem; o conflito,
Incontido orgulho tudo deixa findo.

Agitam-se em turbilhão de encontros
E também desencontros, tão ansiosas.
Não evitam a própria morte, e, tontas,
Giram, mostram-se belas, tão luminosas...

O vaidoso ser não vê tamanho esforço
E o bailado celeste segue sem platéia,
Os que assistem, aplaudem sem remorsos.
A vaidade rasteja em bandeja feia...

As estrelas morrem como morre o ser
Que do humano há muito está esquecido
Com balões incendiários e poder
Matam lindas estrelas e o som é doído.

Cada estrela morta é de nós um pedaço
Seu riso e seu brilho se foram, é adeus.
Ficam da luta o esforço e o atroz cansaço
No lugar do brilho, no espaço, há o breu.



- Asor

 

Entrar neste infinito

Escrever o emociona.

De tudo que é bonito

Deste espaço sideral.

 

Contemplar esta beleza

De uma estrela brilhar.

Logo se tem certeza

Ser superior acreditar.


Obrigada, amigo, pela excelente
interação enriquecendo minha página por demais.

MVA
Enviado por MVA em 26/11/2007
Reeditado em 26/02/2010
Código do texto: T753381
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
MVA
São Paulo - São Paulo - Brasil
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