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Solidão

Já nem o carteiro me visita.
As cartas que espero
me desesperam porque não chegam.

O telefone não toca,
a não ser que haja engano,
então, mando às favas
o importuno que se engana
pois em mim emana
um momento de ilusão.

Estou triste.Estou só.
Corre o tempo indiferente
à tristeza minha
à minha solidão.

Quem sou eu?
Mais um ente...
entre os que se consomem
pela angústia
que, aos poucos, se dissipa
quando recebo e-mails.
Nadir de Andrade
Enviado por Nadir de Andrade em 07/01/2006
Código do texto: T95556
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Sobre a autora
Nadir de Andrade
Barreiras - Bahia - Brasil
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Nadir de Andrade