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REFLEXÃO

Senhor de toda amplidão!
Desperta-me a razão
E diga-me o que faço
Se não desato este laço
Que me aprisiona no mundo
Ignorando teus passos
Definho, sou moribundo.

Dono desse firmamento!
Deito o olhar nas escrituras...
Por que então esta amargura?
Com tão farto suprimento
Na agência do meu saber
Conheço bem os caminhos
E com tanto raciocínio
Reluto lhe obedecer.

Quero servir-me deste cálice
Beber teus ensinamentos
Ser ativo, ser atento
E voar feito andorinha
Ganhar asas... vida minha

Sei...que cuidados e zelos teus
Doando este relicário
De nome felicidade
Plasmado neste peito meu
Um bem de valor profundo
Elo entre eu e o mundo.
É lindo de se olhar!
Suplanta o ouro da terra
Imuniza dor e guerra
Mas difícil de encontrar!










Luzia Câmara Ozarias
Enviado por Luzia Câmara Ozarias em 14/10/2007
Reeditado em 20/10/2007
Código do texto: T693709
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Sobre a autora
Luzia Câmara Ozarias
Campo Grande - Mato Grosso do Sul - Brasil, 63 anos
73 textos (4822 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 23/10/17 06:43)
Luzia Câmara Ozarias