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Por mais que se saiba

Quanto é breve a vida



Que somos Centelhas



Flores cujas pétalas

Tremulam no tempo



Como dizer ao coração

Que se aquiete

E às lágrimas

Que se recolham

Aos salgados ninhos?!



Como deixaremos

De sofrer saudade

Daqueles que amamos?!



Olho o Imenso

E peço O conforto

De em nós aceitarmos



O cais da despedida

E a longa distância

Dos que já não vemos


MUELLES

Por más que se sepa
Cuán breve es la vida
Que somos Centellas

Flores cuyos pétalos
Se agitan en el tiempo

Cómo decirle al corazón
Que se aquiete
Y a las lágrimas
Que se recojan
En sus salados nidos?!

Cómo dejaremos
De sufrir nostalgias
De aquéllos que amamos?!

Miro lo Inmenso
Y pido el bienestar
De aceptarnos en nosotros

El muelle de la despedida
Es la enorme distancia
De los que ya no vemos?




Versión en español: Alberto Peyrano



Maria Petronilho
Enviado por Maria Petronilho em 21/12/2004
Reeditado em 18/07/2007
Código do texto: T716
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Maria Petronilho
Almada - Setúbal - Portugal, 64 anos
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Maria Petronilho

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