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ETÉREO I


Tinha algo preso na garganta.
Um grito sufocado,
Uma dor que se arranca,
De uma fuga de palavras
E montes de versos e rimas
Que flutuam nas encostas da mente...
É noite, e nesta solidão,
Nessa escuridão sisuda,
Nesse silêncio sepulcral,
Mesmo aqui no alto do morro
Não se sente vontade
De falar, de cantar,
Nem de poetizar...
A vida já não acontece.
A carne corroe em cinzas,
O amor congelou no silêncio,
O nome fica esquecido;
O morto vive na alma,
Sonhos do etéreo,
O início ou o fim...

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Afonso Silva
Enviado por Afonso Silva em 19/11/2006
Código do texto: T295390

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Sobre o autor
Afonso Silva
Foz do Iguaçu - Paraná - Brasil
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Afonso Silva