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cela trincada

DESTINO CELADO
Vivia eu uma vida desvairada,
Andando ao leu pelas altas madrugadas,
 Que vida fácil de prazer insana e vil,
 Sem querer ouvir as verdades que a minha mãe falava.
Certa noite numa briga de esquina
Sacando a arma então tirei aquela vida,
 Mas fui flagrado pelas mãos da justiça
E encarcerado hoje vivo noite e dia.
Agora vejo que minha mãe tinha razão,
Que sem Jesus o homem não tem valor,
Um dia a queda vem certeira como flecha,
 E ele vira preso fácil para o caçador.
Então agora nesta cela solitária
Eu clamo a Cristo; perdoe-me, por favor,
 Pois nesta noite eu te confesso oh Jesus Cristo,
 Como meu único e legitimo salvador.

(Á todos aqueles que estão encarcerados pelas grades de aço).
 Ou das grades da vida,
 E assim foram presa fácil do caçador de homem, mulher ou menino
JESUS É A CHAVE  QUE ABRE TODAS AS CELAS, CALABOUÇOS E MASMORRA
QUE O INIMIGO (DE NOSSAS VIDAS NOS ENCARCERA.)
 
Ricardo Portero
Enviado por Ricardo Portero em 26/09/2007
Código do texto: T669765

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Sobre o autor
Ricardo Portero
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil
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