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O JUIZ INÍQUO E A VIÚVA (Prosa e Versos)

Texto extraido do livro "HISTÓRIAS DA BÍBLIA EM PROSA E VERSOS" ainda não editado

     PERSEVERANÇA E ORAÇÃO:- Jesus contou aos discípulos uma parábola, para mostrar-lhe a necessidade de rezar sempre, sem nunca desistir. Ele dizia: “Numa cidade havia um juiz que não temia a Deus, e não respeitava homem algum. Na mesma cidade havia uma viúva , que ia à procura deste juiz, pedindo-lhe que fizesse justiça contra os adversários dela..
     Durante muito tempo o juiz se recusou. Por fim ele pensou: Eu não temo a Deus  e não respeito homem algum; mas essa viúva já está me aborrecendo com tanta insistência.. Vou fazer-lhe justiça para que ela não fique mais me incomodando. E o Senhor acrescentou:
     Escutem o que está dizendo esse juiz injusto. E Deus não faria justiça aos seus escolhidos, que dia e noite gritam por ele? Será que vai fazê-los esperar?
     Eu lhes declaro que Deus fará justiça para eles, e bem depressa. Mas o Filho do homem, quando vier, será que vai encontrar fé sobre a terra?

                            O JUIZ INÍQUO E A VIÚVA

        Poesia de: Sebastião Gomes de Oliveira (Paraibuna SP)

Querendo ensinar aos homens            O juiz, porém, que era mau,
O quanto é importante orar,              Não quis lhe dar atenção.
Jesus contou aos discípulos               Aquela pobre viúva
Uma história singular:                       Suplicava-lhe em vão.

— Havia numa cidade,                      E durante muito tempo
Um juiz  muito descrente.                 Ele bnão quis atendê-la
Não respeitava ninguém,                  Sentindo se importunado,
Maltratava toda gente.                    Já não queria nem vê-la

Porque não temia a Deus                  Porém, a viúva insistia,
No pecado ele vivia.                        Não dava sossego ao juíz.
Sua vida era um tormento,               Com aquele mau vizinho
Sem prazer, sem alegria.                  Não podia ser feliz.

Também, na mesma cidade,              Foi então que o magistrado
Uma viúva morava.                          Pensou consigo também:
Tinha ela um vizinho                        Embora eu não tema a Deus
Que muito a perturbava.                  E não respeite ninguém,

Um dia ela resolveu                         Vou atender a viúva
Aquele juiz procurar,                       Que vive a ame perturbar.
Pensando que seu problema              É demais a chateação
Iria solucionar.                               Não dá para suportar"...

Foi suplicar-lhe justiça                     Vejam bem, meus bons amigos,
Contra o malvado vizinho,                Os escolhidos de Deus
Imaginando encontrar                     Que imnploram,  noite e dia
Compreensão e carinho.                  Pela justiça do Céu.

Implorou ao magistrado                   Em socorrê-los por certo,
Com timidez e humildade.                Deus também não tardará.
Não podia suportar                        Todo aquele que tem fé
Do seu vizinho a maldade.               A justiça alcançará



Antônio Oliveira
Enviado por Antônio Oliveira em 13/11/2007
Reeditado em 13/11/2007
Código do texto: T735180
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Sobre o autor
Antônio Oliveira
São Paulo - São Paulo - Brasil, 72 anos
702 textos (561354 leituras)
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Antônio Oliveira