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DIAMANTE NEGRO


Era doce, marrom e leve,
Comia à noite ou pela manhã,
De recheio branco de neve
Ou de creme de avelã.

Na boca ele se derretia,
Macio e, sobretudo,
Dizer seu nome nem carecia
Porque ele “diamantizava” tudo.

Comprava na minha rua,
Entre confeitos de alfenim,
Saboreava olhando a lua
Desejando que não tivesse fim

Aquela bolinha tão doce
De sabor inebriante.
Eterna queria que fosse
Como uma estrela brilhante.

Essa lembrança me enleia,
Da infância e de tudo de bom,
Quando olho a lua cheia
Sinto o sabor do bombom.

26/01/06.
Maria Hilda de Jesus Alão
Enviado por Maria Hilda de Jesus Alão em 26/01/2006
Código do texto: T104133

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Sobre a autora
Maria Hilda de Jesus Alão
Santos - São Paulo - Brasil
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Maria Hilda de Jesus Alão