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Dois

   

O mesmo brilho nos olhos

O mesmo sorriso alegre

O mesmo gosto pela vida

Bem e sempre vivida

Fogo temperado do olhar manso dos profetas

Até da tristeza, fazem festas

O mesmo palavreado em lábios sinceros

Sonhos coloridos com sabor e odor

Nunca se vislumbrou sonhos enganosos

Sempre a certeza de honestidade

Perder jamais a hombridade

O pensamento fazia o ar denso

Tal conceito intenso

Um silêncio barulhento era a hora de fazer o amanhã.

Olhos atentos, não para ameaças, mas, para o progresso

Mesmo que no insucesso

Olhos da alma silentes e vigilantes

O tempo urge, não precede instantes

Na luz da lua, o mensageiro do universo

Em lágrimas de chuva, trazendo recado, no choro dos céus

A tentativa de descerrar esses  véus.

Nunca em castelo de vaidades perdidas

Apenas tentativas de etapas vencidas

Vencer as ondas do mar da ignorância,

Ser firme e forte, suplantar a intolerância

Em pensamentos de avanço do obscuro

Sentia saudades do futuro

Hoje em cada estrela vislumbro sua figura

Sei lá se fantasia ou alucinatura

Vejo um semelhante ao outro

Muito parecidos, se assemelham por demais

Um era meu avô o outro meu pai.

 










GDaun
Enviado por GDaun em 14/08/2006
Código do texto: T216130

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Sobre o autor
GDaun
Lupércio - São Paulo - Brasil, 72 anos
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