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Morte solitaria (solidao espiritual.)


um casebre abandonado na colina,
um sol abrasador ,cactus ressecados,rios vazios,
rosto triste sobre a mesa,
estais a pensar no pesar da dama;
tao sozinha e tao desgarrada.
rosto puro como a neve,
viajarei e deixarei o som agonizante do desespero.
cadfa porta que abre revela apenas um rosto pendente,
cada ser que fala grita apenas ao ouvir as vozes da incompreençao...
a noite involintariamente me despiu,
me despediu,
me partiu
me aboliu,sumiu.
coraçao traido,mente sozinnha.
O triste e desesperado pesar corroi minha agonia,
animais,flores ,folhas e frutos-tudo poir fim expirou:
Tudo que tem vida um dia expirará...
E quantas vezes ficarei aqui a pensar,
em tudo que vi e vivi.
Será que o galo vermelho cantara com a crista preta?
sua ninhada ja nao existe mais....
Minhas rugas se avoçumaram,
meus braços de flacidez nao sustentam mais a pele...
Nao consigo mais levantar meu corpo pesado,
a mente ve iamgens do passado,
e nao consigo pronunciar as palavras como antes...
aqui jas a dor da saudade,
o maximo que alguem poderia chegar,
o maximo que alguem poderia dizer,
o maximo que alguem torna-se humus,
o maximo que alguem nao pensa
o maximo que cheguei,
e nao consigo mais escrever minhas ultimas lembranças...


POETA JOSE MARIO DANTAS
Enviado por POETA JOSE MARIO DANTAS em 15/09/2006
Reeditado em 18/09/2006
Código do texto: T240919
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
POETA JOSE MARIO DANTAS
Caicó - Rio Grande do Norte - Brasil, 42 anos
121 textos (4659 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 06/12/16 08:20)
POETA JOSE MARIO DANTAS