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Como Poucos

Como poucos,
procuro um ponto de apoio,
escrevo meus versos
no meio da ilusão,
entre o começo e o fim da realidade,
minha consciência respiro no ar
de qualquer lugar,
minha criatividade acho perdida
nos passos que já dei na vida.

como poucos,
tenho um sentimento contido,
uma intranquilidade tranquila,
tenho lágrimas guardadas,
dias bem vividos,
madrugadas esquacidas,
olhares bem direcionados,
coração sempre doado
para outro.

como poucos,
fui criança,
catei flores para seme testemunhas
de uma lágrima, um amor,
dancei com as borboletas,
ao rodear a beleza das flores,
vivi a vida em degraus,
convivi com meus medos irreais,
como poucos, vivi,
todos os dias um a um.
-é o que sinto sem que sangre
em minhas razões.
Rodrigo Obelar
Enviado por Rodrigo Obelar em 20/10/2006
Código do texto: T268970

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Sobre o autor
Rodrigo Obelar
São Paulo - São Paulo - Brasil, 35 anos
68 textos (2116 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 09/12/16 00:13)
Rodrigo Obelar