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BELA ROSA



BELA ROSA

Olha como sou
Bela rosa perdeu
Amor que te dei
Compreensão recebeu
Como podes, esqueceu

Bela rosa se arrependerá
Como tal foi em vão
Machucou o coração
A dor passou
Ficará na solidão

Obrigado pelo abraço
E por sua gratidão
Lembramos nossos tempos
Voltar? Quero não

Bela rosa virou pedra
Joguei-a no chão
Dei-lhe carinho
Mas não o coração

Pois não é em vão
A dor do coração
Menina sorridente
Como ainda seria
Você? quero não

Melhor bela rosa era
Quando fui te procurar
Comecei a amar, agora não
Estou na paquera

Bela rosa ainda está
Mas foi em vão
A linda canção
Você me quer?
Quero a não

Bela rosa mentiu
Coisas belas não
As palavras são espelhos
De nossa boa ação

Não penso em voltar
Mas a saudade vem
Penso varias vezes
O que é que tem?

Se houve arrependimento
Queria poder ser um
Resolver um por um
Bela rosa lembrará de cada um
Sem sentir dor

Não tenho ódio
Fiz o que foi certo
Embora desistiu
De acreditar que
Ainda existe amor

Bela rosa é ainda
A melhor coisa que aconteceu
Muitas lembranças ficaram
Mas o amor morreu

Esqueço às vezes
Penso em chorar
Posso comentar
Em palavras, pouco

Minha lembrança, sei
Como bela rosa viu
O amor que sorriu
Em muitas coisas errei

Perdoei-a em meio à discussão
Lembrei das coisas belas
De nosso carinho e amor
Daquela que prometera o coração

Tão importante
A dor passou
Como aqui estou
Amor de infante

Dei-lhe amor
Embora desistiu
A mulher que me viu
Com todo rancor

Presença o faça
Deixe partir
Pensei em sorrir
Em nada se passa

Pensa outros então
Melhor do que eu
O amor sobreviveu
O coração disse não

Em meio à paródia
Sorriso de menina ficou
Em lembranças tão poucas
Pensando, tentando
Um dia imaginar
Deixou de acreditar
O amor se acabando

Palavras ficarão
Guardas memórias
Belas e transitórias
Se acabarão

A esperança correu
Em sua direção mentirosa
Suas palavras desastrosas
O amor morreu

Compreendo eu
Alguém me falou
Como aqui passou
Ficarei

Em pensamentos
Acreditar não pude eu
Tudo aquilo como se deu
Belas palavras ficaram
Grandes sofrimentos

Alegrou-se menina
O diário mostrar
As nuvens no mar
Como uma amor que viria

Sinto ódio
Não eis de guardar
Tão bela falou
Fazer não conseguia
Em volta as palavras
O amor amar

Todas as letras
Brigam em verso
Saem da linha
Postas ao chão
Que o vento leve
A menina dispersa

Lutar em meio a corações
Uma luta arbitrária
Mais ou menos fracionária
Que exige expulsões

Muitos bons
Outros desiguais
A paixão que fere
Todos os mortais

Em sua casa
Um dia eis de estar
Para um dia conversar
Que bela vida me ensinou
Tão pouco penso em amar

O castigo desista seu
Como dias passarão
Versos ficarão
Em volta a multidões
Brilho eu.
saints
Enviado por saints em 07/10/2005
Código do texto: T57486
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Sobre o autor
saints
Mogi das Cruzes - São Paulo - Brasil, 36 anos
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